A falta de democracia do Google

Na semana passada, cinco perfis de amigos que continham a faixa de apoio com o número 65065 nas fotos foram sumariamente retirados do site de relacionamentos Orkut. A comunidade da nossa campanha, com mais de 300 participantes também sumiu de um dia para o outro.

E nesta terça-feira, fomos citados pelo Jornal do Brasil do Rio de Janeiro no caso do orkut, onde também foram prejudicados outros candidatos. Confiram a reportagem na íntegra:

Um golpe virtual no DJ comunista
Clara Passi - Jornal do Brasil - Rio de Janeiro
Conhecido na ‘night’ carioca, Saddam perde seus perfis no Orkut e se diz vítima de armação

Uma das apostas do PCdoB à Câmara dos Vereadores, o carioca Mauricio Thadeu Carneiro Lima, 38 anos, o DJ Saddam, especializado em hip hop e autor da ‘Melô da calça da Gang’, foi golpeado por um boicote virtual: inexplicavelmente, a comunidade de campanha do campeão estadual de jiu-jítsu, que divulgava novidades da carreira de DJ – e os três perfis que tinha no site que, juntos, somavam mais de 3 mil contatos, foram apagados dos corredores digitais. Inconformado, o candidato-DJ enviou ontem uma notificação extra-judicial ao Google Brasil para que sua comunidade e seus alter egos voltem ao ar em 48 horas.

– Entrei em contato semana passada por meio do próprio Orkut com o Google Brasil para que a comunidade fosse recuperada. Ela voltou ao ar, sem os tópicos onde eram discutidas minhas propostas. Fui vítima de um golpe com motivação política – acredita o comunista, que carrega no antebraço um amuleto para dar sorte nas urnas: uma tatoo do revolucionário russo Lenin com headphones.

– A internet facilita muito a vida do candidato duro, sem dinheiro para pagar outdoors e faixas de rua. Soube que o Thiago Moro, candidato a vereador em Ponta Grossa, Paraná, também teve o perfil e a comunidade de campanha deletados. São ataques a quem não tem campanhas milionárias e recorrem à popularidade na internet para angariar votos.

Saddam tem como slogan “Tá na hora de mudar o disco” e uma de suas propostas é a proibição de áreas vips em eventos públicos, fato que o deixa bastante irritado.

– Quero acabar com o apartheid social, que põe celebridades, magnatas, puxa-sacos e alpinistas sociais na frente do palco, em vez dos fãs. Vou incentivar o vale-tudo, modalidade que está proibida na cidade desde 1997– diz ele, que é filiado ao partido desde 1998.

Charge do Dia - Horário Eleitoral no Rádio e TV

Hoje começa o Horário Eleitoral com os programas dos vereadores. Somos o terceiro candidato a se apresentar ao público eleitor. Para ilustrar, a charge de hoje do Diário dos Campos. Espero que assistam os programas e escolham a melhor opção.

Charge

Horário eleitoral começa hoje no rádio e na tevê

Eduardo Farias - Jornal da Manhã

Campanha nos meios de comunicação vai até o dia 2 de outubro. Concorrentes apostam no contato através dos programas eleitorais para ganhar votos

Chegou o dia tão aguardado pelos candidatos às eleições municipais. Começa hoje nas emissoras de rádio e tevê o programa eleitoral gratuito. Os participantes do pleito apostam no contato com os eleitores pelos meios de comunicação de massa nos próximos 45 dias para se apresentarem e mostrarem as propostas que têm para a cidade e assim conquistar a confiança e o voto das pessoas. O horário eleitoral vai até o próximo dia 2 de outubro, três dias antes da ida às urnas, conforme prevê a lei eleitoral.
Se para os candidatos é bom para dar visibilidade à candidatura, para os eleitores o horário eleitoral também é importante para que possam analisar cada candidato e comparar as propostas que têm, e assim fazer a escolha de em quem votar.

Quem estréia no horário eleitoral são os candidatos a vereador, uma vez que pela separação dos dias, os postulantes a prefeito ficam com as segundas, quartas e sextas-feiras, enquanto os candidatos a vereador com as terças, quintas e sábados.

Nas emissoras de rádio, o horário eleitoral gratuito irá ao ar das 7 horas às 7h30 e das 12 horas às 12h30; enquanto na televisão a transmissão será das 13 horas às 13h30 e das 20h30 às 21 horas.

Em Ponta Grossa, existem 12 coligações, num total de 258 candidatos na disputa por uma das 15 cadeiras do Legislativo. Na briga pela Prefeitura há seis concorrentes.

A Coligação “Trabalhando e Construindo Juntos” (PSDB/DEM/PTN/PSL/PSC/PSDC/PRTB/PTC/PTdoB/PR/PRB), do candidato à reeleição, Pedro Wosgrau Filho, terá o maior tempo durante os 30 minutos de programa. Serão oito minutos e dezoito segundos. O segundo maior tempo é da Coligação “A Força do Povo” (PTB/PDT/PSB/PMDB/PMN/PRP/PHS), do candidato Jocelito Canto, com oito minutos e treze segundos de programa. O terceiro maior tempo ficou com a Coligação “Ponta Grossa, Uma Cidade de Todos” (PT/PCdoB), do candidato Gerveson Tramontin Silveira, que terá cinco minutos e vinte e cinco segundos para exibir seu material.

O quanto maior tempo é da Coligação “Nós Podemos Mudar. Acredite!” (PPS/PP), do candidato Sandro Alex, com quatro minutos e sete segundos. O PV, do candidato Lauro Padilha, vem a seguir, com dois minutos e dez segundos de programa. E o menor tempo é do da Coligação “Frente Ponta Grossa Socialista” (PSol/PCB), do candidato João Luiz Stefaniak, com um minuto e quarenta e sete segundos.

Ordem do primeiro programa

Quem vai estrear a veiculação do material na majoritária será a Coligação “Nós Podemos Mudar. Acredite!”, de Sandro Alex. A segunda da ordem é a Coligação “Ponta Grossa, Uma Cidade de Todos”, de Gerveson; seguida da Coligação “A Força do Povo”, de Jocelito. Depois vem a apresentação da Coligação “Trabalhando e Construindo Juntos”, de Wosgrau; e o PV, de Padilha. Por último no primeiro programa ficou a “Frente Ponta Grossa Socialista”, de Stefaniak. A seqüência foi definida por sorteio e nos outros programas haverá rodízio entre as coligações para a ordem de veiculação.

Inserções serão de 30 segundos

Além dos programas eleitorais fixos na TV e no Rádio, com horários pré-determinados, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também dispõe de 30 minutos em inserções para as coligações majoritárias, que são distribuídos com o mesmo tempo do programa fixo. As inserções serão de 30 segundos, distribuídas em três blocos de veiculação, pela manhã, tarde e noite.

Os 30 minutos são distribuídos pela Justiça Eleitoral de acordo com os seguintes critérios: um terço, igualitariamente; dois terços, proporcionalmente ao número de representantes na Câmara Federal, considerando, no caso de coligação, o resultado da soma do número de representantes de todos os partidos políticos que a integrarem.

Doze coligações dividem tempo

Entre as 12 coligações da proporcional, quem ficou com o maior tempo foi a Coligação “Ponta Grossa, Uma Cidade de Todos”, com quatro minutos e trinta e cinco segundos. O segundo maior tempo é do PMDB, com quatro minutos e dezoito segundos. Os candidatos do PSDB a vereador terão três minutos e vinte e quatro segundos. Na seqüência aparece a Coligação DEM/PSL, que ficou com três minutos e vinte e dois segundos. A Coligação “Nós Podemos Mudar. Acredite!”, aparece a seguir, com três minutos e dezessete segundos.

As outras sete coligações têm todas menos de dois minutos de programa. A Coligação “Humanista”, terá um minuto e cinqüenta e oito segundos. A união entre PDT/PMN rendeu um minuto e cinqüenta e três segundos, enquanto a Coligação “Ponta Grossa do Futuro” ficou com um minuto e cinqüenta e um segundos. Na seqüência está a aliança PTB/PRP, com um minuto e quarenta e quatro segundos. Duas coligações aparecem com o penúltimo menor tempo. Tanto os candidatos do PV, quanto da frentinha PTN/PSC/PSDC/PRTB/PTC/PTdoB, terão um minuto e vinte segundos de programa. Com o último tempo ficou a “Frente Ponta Grossa Socialista”, com cinqüenta e sete segundos.

Candidatos a vereador abrem horário eleitoral

Anderson Gonçalves - Diário dos Campos

Propaganda no rádio e na televisão começa hoje, com a exibição dos programas dos candidatos a vereador. Concorrentes à majoritária entram no ar amanhã

Tem início hoje aquela que talvez seja a etapa mais esperada da campanha eleitoral. Durante os próximos 45 dias, os concorrentes às próximas eleições terão a chance de apresentar suas propostas no rádio e na televisão. É o famoso horário eleitoral gratuito, que por meia hora, duas vezes ao dia, invade a programação radiofônica e televisiva. Quem abre o período são os candidatos a vereador, que hoje passam a se apresentar à população.

A propaganda eleitoral gratuita terá horários diferenciados. No rádio ela irá ao ar das 7 às 7h30 e das 12 às 12h30. Na televisão, os programas serão veiculados das 13 às 13h30 e das 20h30 às 21 horas. Às terças, quintas-feiras e sábados, irá ao ar a propaganda dos candidatos à Câmara Municipal, enquanto que os concorrentes à Prefeitura terão seus programas exibidos às segundas, quartas e sextas-feiras. Durante a programação normal também serão veiculadas inserções de 30 segundos das coligações majoritárias.

Quem abre o horário eleitoral hoje é a coligação “Ponta Grossa Cidade de Todos” (PT/PCdoB), que com 4 minutos e 34 segundos, também terá o maior tempo de programa. O segundo maior tempo pertence ao PMDB, com 4 minutos e 18 segundos. O menor programa será da “Frente Ponta Grossa Socialista” (PSOL/PCB), de apenas 57 segundos. Em relação à ordem de veiculação dos programas, será feito um rodízio nas edições seguintes, com o primeiro do dia anterior ficando por último.

A disposição dos candidatos nos programas ficará a cargo dos partidos e coligações. Com 1 minuto e 20 segundos, a coligação PTN/PSC/PRTB/PTC/PSDC/PTdoB optou por gravar quatro programas, cada um com seis concorrentes. A cada dia será exibido um programa, que vai se manter até o final do período da propaganda eleitoral gratuita. “Acredito que os programas ficaram com uma qualidade muito boa e vão causar uma boa repercussão”, avalia o presidente estadual do PTN e coordenador da frente partidária, José Elizeu Chociai.

A expectativa maior, porém, fica por conta dos programas dos candidatos a prefeito, que começam a ser veiculados amanhã. A maior parte dos candidatos está apostando suas fichas nos programas televisivos, que atingem um número maior de pessoas. Por isso, é esperado que a campanha deslanche de fato a partir do início do horário eleitoral. Apenas aos domingos os programas não serão veiculados, seguindo até o dia 2 de outubro.

Para Quadros nenhum dos atuais vereadores deveria ser reeleito

Rogério Quadros - Foto José AldinanPlantão da Cidade

Vereador diz que queria ter chegado antes para evitar “mar de lamas” no Legislativo

Um pronunciamento forte foi feito, nesta quarta-feira pelo vereador Rogério de Paula quadros, PMDB, com duras críticas à atual Legislatura, contando, inclusive, ter dito, em entrevista a uma emissora de televisão local que nenhum dos atuais vereadores deveria retornar no ano que vem, porque “até mesmo os bons são omissos”.

Falou, também, que gostaria de ter cumprido mandato desde o início para ter evitado que a Câmara tivesse se transformado em um “mar de lamas”. Quadros assumiu em abril desde ano, substituindo Albino Xexinho Szesz, que perdeu o mandato por ter trocado o PMDB pelo PSDB. Ele voltou a criticar o projeto de construção de um anexo ao prédio da Câmara e o volume de funcionários da Casa, com três assessores por vereador.

Espírito de corpo
Afirmando respeitar os demais vereadores, Paula Quadros esclareceu que não pratica “espírito de corpo”. Declarou ter chegado à Câmara Municipal “aos 46 minutos do segundo tempo, mas, para marcar o gol que precisava ser marcado”. E que se constitui em um “artífice” para que a Casa passasse a ouvir a voz da população, em relação ao comportamento dos vereadores.

De acordo com Quadros, a imprensa tem levado à comunidade fatos que denigrem a imagem do Legislativo. “Não me acusem de ser desleal, por que não sou, mas não posso fazer coro com aquilo que está errado”, pronunciou.

Bebidas em postos
Rogério passou a criticar a postura de voto daqueles vereadores que votaram a favor da venda do consumo de bebidas alcoólicas em postos de combustíveis. Citou Alessandro Lozza de Moraes, de quem se diz amigo “lá fora”, mas que tomou uma atitude errada. Também, Francisco Valentim Filho, que foi voto decisivo na derrubada do veto que proibia o consumo de bebidas em postos. “Não posso comungar com ele, quando disse nos corredores que aquela votação tinha sido de forma danosa e nefasta aos interesses da população, comprando vereadores”, declarou o peemedebista, indagando: “Eu tenho que fazer coro com isto, ou me insurgir contra?”.

Mar de lama
Repetindo que chegou aos “46 minutos do segundo tempo”, Rogério de Paula Quadros afirmou que, se tivesse vencido a eleição e assumido no início da atual Legislatura, “teria colaborado para que não chegássemos no mar de lamas em que é enxovalhada esta Casa, não por mim, mas, pela imprensa de Ponta Grossa”.

Anexo
O chamado “mini-anexo”, um espaço que o presidente da Câmara, Valfredo Lado Dzázio, pretende construir sob a rampa de entrada do prédio, foi também tema do discurso de Rogério Quadros, que já havia, na semana passada, questionado a necessidade da obra. Ele reclamou que, depois do que disse, Laco deixou de cumprimentá-lo. Criticou o local da obra e o momento da iniciativa do presidente. Recordou que, quando presidente da Casa (1994), sua intenção era de construir um anexo, porque achava necessário.

Reclamação feita por Quadros foi que, na época, um jornal (não citou qual), combateu sua idéia, embora entenda ele que ainda é preciso de um anexo para que os vereadores tenham condições ideais de trabalho.

Assessorias
Outro tema abordado, o número de assessores de gabinetes. Lembrou Quadros que, quando presidente, foi criticado (também por um jornal) pela criação de um cargo de assessor para cada vereador. E acusou que o órgão de imprensa, hoje não faz críticas “em relação a muitas coisas que aconteceram”.

Na opinião de Rogério, não se justifica que os gabinetes contem com três assessores. Comparou que o Banco do Brasil (conforme relatou um diretor da instituição, na própria câmara, dias atrás), conta com cinco agências em Ponta Grossa, totalizando 100 funcionários. “Pois a Câmara Municipal tem 15 vereadores e conta com 140 funcionários, entre efetivos e comissionados”, registrou.

Sem reeleição
Relatou Paula Quadros ter concedido entrevista a um canal de televisão, e que lá disse que existem bons vereadores. Mas que, no que se refere à reeleição, “se dependesse do meu voto, eu faria barba, cabelo e bigode; não voltaria ninguém”. Isto porque, explicou, “temos excelentes vereadores, mas que foram omissos em ralação à cobrança de certas posições”. E atacou: “Quem é omisso não deve participar do Poder Público; quem tem medo de vir à Tribuna e denunciar um ato, não tem condições de ser representante do povo”.

Própria carne
Na sua crítica ao colegiado dos vereadores, Rogério de Paula Quadros comentou que, quando um vereador critica o prefeito, outros aplaudem, mas, não aceitam críticas a eles próprios.  “É preciso cortar a própria carne, não podemos deixar as coisas assim. Esta será a minha posição até o final de dezembro”, avisou, porque, disse, “não vou participar de clubinho da amizade, mas, falar e, quem se sentir ferido que se defenda”.

PCdoB divulga plataforma feminista para candidatos municipais

Políticas Públicas para MulheresMais do que trabalhar pela promoção das mulheres na vida política nacional, o PCdoB tem procurado orientar seus candidatos e candidatas a prefeito, vice e vereador a adotarem como plataforma uma série de itens que respondam às demandas femininas comuns em qualquer cidade brasileira. Para isso, sua Secretaria de Mulher formulou um documento que procura colocar, em oito grandes temas, as diretivas necessárias para fazer valer os direitos das mulheres no âmbito municipal.

“Dentro da concepção de cidades mais humanas defendida pelo PCdoB nestas eleições, procuramos colocar as questões mais essenciais do ponto de vista das mulheres”, diz Liége Rocha, secretária da Mulher do PCdoB. São expostos ali alguns princípios básicos das políticas públicas como a garantia de um Estado laico, a integralidade e a universalidade dos serviços.

Embora muitas áreas sejam de responsabilidades das esferas estadual ou federal, Liége ressalta pontos que podem ser implementados pelos entes municipais. “No caso da violência contra a mulher, por exemplo, a melhoria na iluminação pública e nos transportes podem diminuir o número de agressões”, diz.

No caso da lei Maria da Penha, Liége destaca que faz parte das ações municipais a instalação de casas-abrigo e centros de atendimento, que articulam áreas como saúde e segurança. Tratando da educação, a dirigente destaca que é possível pôr em prática “programas e políticas públicas que combatam esteriótipos nas salas de aula”.

Da mesma forma, são atribuições das gestões municipais o atendimento básico às mulheres que são as maiores freqüentadoras dos postos tanto para o cuidado próprio quanto para a assistência familiar, especialmente dos filhos. “As prefeituras têm grande responsabilidade na implementação dessas políticas, no fortalecimento do SUS. Tudo isso é fundamental para a saúde da mulher e da sociedade como um todo”, destaca.

Os eixos expostos no documento são resultado de uma série de debates entre a secretaria e o Fórum de Mulheres do PCdoB. “A plataforma preocupa-se também com a defesa de uma política integral, igualitária, mas que também respeite as diferenças presentes em qualquer sociedade, como as questões de gênero, étnicas, geracionais e de orientação sexual”, completa Liége.

Para baixar o documento na íntegra em PDF, clique aqui.

STF reconhece que cobrança de taxa de matrícula por universidade pública é inconstitucional

A UNE comemora a decisão, por entender que a universidade pública deve ser totalmente gratuita

Por maioria de votos, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceram a inconstitucionalidade da cobrança de taxa de matrícula pelas universidades públicas. A decisão aconteceu na tarde desta quarta-feira (13), no julgamento conjunto de diversos Recursos Extraordinários sobre o mesmo tema. A Corte já havia reconhecido a existência de repercussão geral no tema.

Logo após o julgamento dos recursos, os ministros aprovaram, por unanimidade, a redação da Súmula Vinculante nº 12: “A cobrança de taxa de matrícula nas Universidades Públicas viola o disposto no artigo 206, inciso IV, da Constituição Federal”.

O julgamento principal foi de um recurso interposto pela Universidade Federal de Goiás (UFG) contra a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, favorável a sete candidatos que passaram no vestibular daquela instituição de ensino superior. Para o TRF-1, a cobrança da contribuição para efetivação da matrícula dos estudantes seria inconstitucional por violar o artigo 206, inciso IV, da Constituição Federal. Isso porque, para eles, as instituições de ensino oficiais têm a obrigação de prestar ensino gratuito.

Entre outros fundamentos, a universidade sustenta que “não se trata de taxa, como espécie de tributo, mas de preço público”. Segundo a instituição, a taxa de matrícula não é cobrada a título de contraprestação pelo ensino público de nível superior, mas sim para tornar efetivo o dispositivo constitucional que impõe à sociedade o compromisso de garantir igualdade de acesso e permanência a todos, também, no ensino superior.

Com isso, a instituição vem garantindo a permanência de alunos carentes, com o pagamento de despesas com bolsa, transporte, alimentação e moradia.

Votaram contra o recurso os ministros: Ricardo Lewandowski, Carlos Alberto Menezes Direito, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Marco Aurélio, que formaram a maioria.

A ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha votou pela constitucionalidade da cobrança por parte da universidade, lembrando que ela não é obrigatória e fazendo referência explícita ao caso da Universidade Federal de Minas Gerais, que a ministra disse conhecer de perto. Cármen foi acompanhada pelos ministros Eros Grau e Celso de Mello e pelo presidente da Corte, Gilmar Mendes.

A UNE comemora: “Acreditamos ser uma decisão importante, pois defendemos uma universidade pública totalmente gratuita, uma vez que já contribuímos com ela pagando nossos impostos”, declarou o diretor de Políticas Educacionais da entidade, Rafael Chagas.

Estudantenet
Com site STF

Nova enquete: A juventude quer mais…

EnqueteEstamos com nova enquete na nossa página.

A juventude quer mais Educação, Emprego, Esporte e Lazer ou Cultura? Para votar acesse o menu lateral esquerdo da página. 

Thiago Moro 65065 é o candidato da juventude pontagrossense, representa o novo e tem atitude para mudar!

50 dias para votar 65065

Logo 65065

Neste sábado estamos a exatos 50 dias das eleições municipais aonde deveremos escolher nossos 15 vereadores e nosso prefeito.

Na próxima terça-feira (19), começa o horário eleitoral, com a apresentação dos vereadores nas terças, quintas e sábados e dos prefeitos nas segundas, quartas e sextas. Nossa coligação é a primeira a ir ao ar na terça-feira e deveremos aparecer já no primeiro dia.

A partir deste momento é acelerar o ritmo de campanha para levarmos até nossa Câmara Municipal um ar de renovação, juventude e atitude!

Voto consciente marca segunda fase da campanha da Justiça Eleitoral

A importância do voto e da escolha consciente dos candidatos é o tema da segunda fase da campanha de esclarecimento da Justiça Eleitoral para as eleições 2008. O papel do prefeito e do vereador também são abordados nas campanhas que serão veiculadas em todas as emissoras de rádio e TV do País a partir desta sexta-feira (15) até a véspera das eleições. A primeira fase da campanha começou no dia 31 de julho.

Os dois novos filmes para a televisão têm 60 segundos cada e alertam o eleitor para que no dia 5 de outubro compareça às urnas consciente de sua opção e bem informado do passado de seu candidato. A importância do voto também vem em mensagem para que o eleitor não perca a chance de fazer sua escolha. “Não venda o voto. Ele não tem preço”, diz o filme.

No rádio serão veiculados 2 novos spots de rádio, de 30 segundos. Eles apelam para que o eleitor pense muito bem antes de escolher o prefeito, pois durante quatro anos ele é quem vai administrar a cidade, realizar obras, prestar serviços de educação e saúde pública. Os ouvintes também serão alertados para uma boa escolha do vereador, que fará as leis, fiscalizará o prefeito e defenderá melhorias para a cidade durante quatro anos.

A Justiça Eleitoral pode utilizar 10 minutos diários da programação das emissoras de rádio e TV e apresentar as informações áudio e vídeo à população. A determinação está prevista no artigo 93 da Lei 9.504/97 (Lei das Eleições). Os filmes e spots foram produzidos pela Fundação Padre Anchieta, que contou com a colaboração da agência de publicidade W/Brasil para a criação das peças.

A campanha publicitária da Justiça Eleitoral procura despertar nos eleitores a importância de se aproveitar a oportunidade e o momento do voto e de conhecer bem os candidatos. O eleitor leva poucos segundos para depositar seu voto na urna eletrônica, mas caso faça uma escolha inconsciente, as conseqüências vão se refletir pelos próximos quatro anos.